Eu me sinto suspensa no tempo.
Presa em algum lugar entre o que foi e o que será,
Aguardando, aguardando...
A luz do Sol enche os cômodos,
Varre a rua lá fora,
Mas aqui dentro, há um zumbido parecido com frio.
E eu me permito estar,
Suspensa no tempo,
Congelada entre um momento e outro,
Sem saber o que está à frente,
Sem querer olhar o que ficou para trás
(meus fantasmas são imensos).
Então, eu flutuo.
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